quarta-feira, 6 de maio de 2020

AULA 1 - MAIO - DETALHANDO A NOMENCLATURA DOS HIDROCARBONETOS ( 2º PERIODO)


Já vimos, através do exemplo, que ao fazer a nomenclatura dos hidrocarbonetos, basta unir prefixo + infixo + sufixo. Às vezes, porém, devido à complexidade, é preciso detalhar essa nomenclatura. É que, com o aumento da cadeia carbônica, a posição da insaturação (dupla ou tripla) deve ser indicada. Por exemplo, há duas possibilidades para o buteno. Veja:
Perceba que é indispensável indicar a posição da ligação dupla. O mesmo vale para ligação tripla.

 Outra abordagem necessária ao fazer a nomenclatura química dos hidrocarbonetos (também válida para os outros compostos orgânicos) é indicar o tipo e posição dos chamados radicais. Mas o que são esses radicais? São grupos orgânicos em que pelo menos uma das ligações do carbono se encontra incompleta. Valem os mesmos prefixos e infixos para os hidrocarbonetos, traçando-se apenas o sufixo “o” por “il”. Em nosso presente estudo, apenas alguns radicais serão utilizados.
 
Há muitos outros radicais orgânicos. Optamos pelos radicais acima por serem mais comuns.

Com base no que foi dito, repare como fica a nomenclatura do alcano a seguir:
Outro exemplo:


 
Repare que a contagem da cadeia começa pelo carbono mais próximo da ramificação. Isso significa que 4-metil-pentano é incorreto.

Mais um exemplo. Agora, com insaturação:
 
Nesse exemplo a contagem dos carbonos da cadeia principal também é feita da esquerda para a direita. Prevalece a posição da ligação dupla sobre a posição da ramificação. Note que a cadeia principal deverá conter a insaturação.





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