Já vimos, através do exemplo, que ao
fazer a nomenclatura dos hidrocarbonetos, basta unir prefixo + infixo
+ sufixo. Às vezes, porém, devido à complexidade, é preciso
detalhar essa nomenclatura. É que, com o aumento da cadeia
carbônica, a posição da insaturação (dupla ou tripla) deve ser
indicada. Por exemplo, há duas possibilidades para o buteno. Veja:
Perceba que é indispensável indicar
a posição da ligação dupla. O mesmo vale para ligação tripla.
Outra abordagem necessária ao fazer a
nomenclatura química dos hidrocarbonetos (também válida para os
outros compostos orgânicos) é indicar o tipo e posição dos
chamados radicais.
Mas o que são esses radicais? São grupos orgânicos em que pelo
menos uma das ligações do carbono se encontra incompleta. Valem os
mesmos prefixos e infixos para os hidrocarbonetos, traçando-se
apenas o sufixo “o”
por “il”.
Em nosso presente estudo, apenas alguns radicais serão utilizados.
Há muitos outros radicais orgânicos.
Optamos pelos radicais acima por serem mais comuns.
Com base no que foi dito, repare como
fica a nomenclatura do alcano a seguir:
Outro exemplo:
Repare que a contagem da cadeia começa
pelo carbono mais próximo da ramificação. Isso significa que
4-metil-pentano é incorreto.
Mais um exemplo. Agora, com
insaturação:
Nesse exemplo a contagem dos carbonos
da cadeia principal também é feita da esquerda para a direita.
Prevalece a posição da ligação dupla sobre a posição da
ramificação. Note que a cadeia principal deverá conter a
insaturação.



